Sou Mamede Abou Dehn Júnior. Engenheiro civil e de produção. Mestre em Ciências Ambientais. Vivo entre Votuporanga, no interior de São Paulo, e as salas de aula e estúdios onde a IA está mudando como se faz engenharia no Brasil.
Minha aposta é simples: a IA vai mudar a engenharia e o agronegócio de qualquer jeito. A pergunta é se quem faz engenharia e agro no Brasil vai liderar essa mudança, ou vai ser guiado por ela.
Sou engenheiro civil e engenheiro de produção, com especialização em Inovação Tecnológica nas Engenharias e mestrado em Ciências Ambientais. A civil me ensinou a construir com rigor, a produção a otimizar sob restrição, o ambiente a olhar o sistema antes da parte. A IA veio juntar tudo isso.
Divido minha atuação em frentes que se conversam: professor-âncora de agronegócio no MBA em IA da Saint Paul, cofundador e vice-presidente do IBIA, diretor e co-host do documentário Engenharia do Futuro, colunista do Blog da Engenharia. Em paralelo, sigo como engenheiro autônomo em Votuporanga há mais de doze anos.
Antes de me dedicar à IA aplicada em tempo integral, atuei por mais de dez anos no sistema Confea/Crea/Mútua, incluindo a vice-presidência do Crea-SP. Foi onde aprendi a articular pauta técnica com pauta pública, e a operar em institucionalidade de alta responsabilidade. Levo essa bagagem para tudo o que faço agora.
A IA vai transformar a engenharia e o agronegócio, dois setores que sustentam a economia real do Brasil. Mas transformação não é destino, é decisão. Se o engenheiro e o agrônomo brasileiros não liderarem, ela vem de fora, feita por quem não conhece o nosso chão de fábrica nem o nosso campo. É a mesma tese em cinco linguagens: aula, texto, documentário, instituto, consultoria.
Palestras, aulas, formações, consultoria. Ou só uma boa conversa sobre onde a IA está mudando o jogo no seu setor.
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